Žižek explica discurso de ódio no Brasil

Trechos do documentário O Guia Pervertido da Ideologia, que tem o filósofo esloveno como personagem central, ajudam a discutir os episódios ocorridos durante as eleições presidenciais de 2014

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Trechos do documentário O Guia Pervertido da Ideologia, que tem o filósofo esloveno como personagem central, ajudam a discutir os episódios ocorridos durante as eleições presidenciais de 2014

Por Redação

O filósofo e cientista político esloveno Slavoj Žižek, considerado um dos mais importantes pensadores da atualidade, pode ajudar a analisar e compreender o que ocorreu durante o período eleitoral recém-finalizado no Brasil. Excertos do documentário “O Guia Pervertido da Ideologia“, de Sophie Fiennes, em que Žižek explica sua teoria da ideologia, foram utilizados para discutir os episódios de ódio observados sobretudo no segundo turno, em que a disputa entre Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) ficou mais polarizada.

Assista:

O Guia da Ideologia do Ódio from Livio Maynard on Vimeo.



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3 comments

  1. Carlos Responder

    O vídeo favorece a visão da esquerda, o vídeo foi feito por um diretor de direita e de fato julgamentos “populares” em regimes de esquerda real eram meras execuções em massa basta ver a história, o filme é perfeito agora essa analise é muito fraca é mera deturpação do quão genocida historicamente a ideologia de esquerda já se provou, e continua provando, basta ver Venezuela, Cuba, China, Argentina entre outros.

    1. Dj Neew Responder

      “quão genocida historicamente a ideologia de esquerda já se provou”, Carlos diga me então como é a maravilhosa ideologia de direita.
      Você generalizou e se guiou pelo senso comum.

  2. Carlos Augusto Responder

    http://unbconservadora.blogspot.com.br/2012/07/batman-o-contra-revolucionario.html

    “Certamente este texto parecerá absurdamente estranho para aqueles que estão mais acostumados a ler o blog. Haverá aqueles que torcerão o nariz ao verem uma pretensa análise político-filosófica de um blockbuster hollywoodiano baseado em uma história em quadrinhos, considerando isso ora um arroubo de superficialidade frívola, ora uma tremenda “forçação de barra” que mistura cultura pop com pseudo-intelectualidade conservadora. No entanto, ele se faz bastante necessário, e entenderão aqueles que tenham assistido ao filme e que entendam minimamente de filosofia política.”


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