Miguel Rossetto confirmado na Secretaria Geral da Presidência

Atual ministro do Desenvolvimento agrário deverá desempenhar um importante papel na articulação política do governo e na abertura de um espaço permanente de diálogo com a sociedade

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Atual ministro do Desenvolvimento agrário deverá desempenhar um importante papel na articulação política do governo e na abertura de um espaço permanente de diálogo com a sociedade

Por Carta Maior

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, 54 anos, está confirmado como o novo Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República. O convite, que já havia sido feito pela presidenta Dilma Rousseff durante a campanha, foi confirmado nesta quinta-feira. Rossetto foi ministro do Desenvolvimento Agrário nos governos Lula e da Presidenta eleita. Neste último, deixou o cargo para fazer parte da coordenação da campanha.

Gaúcho de São Leopoldo, Miguel Rossetto iniciou sua trajetória política dos anos 70, no Sindicato dos Metalúrgicos do município. Participou do movimento de fundação do Partido dos Trabalhadores e fez parte da primeira executiva estadual do partido, no Rio Grande do Sul. Além disso, foi presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Polo Petroquímico de Triunfo, de 1986 a 1992, integrando também a executiva estadual da Central Única dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul e da CUT Nacional.

Em 1996 elegeu-se deputado federal e em 1998, foi eleito vice-governador do rio Grande do Sul, na chapa encabeçada por Olívio Dutra. Formado em Ciências sociais pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Rossetto foi responsável direto pela realização do Fórum Mundial Social na cidade de Porto Alegre, que teve a sua primeira edição em 2001.

Posteriormente, em 2003, foi nomeado Ministro do Desenvolvimento Agrário pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2009 a 2014, Rossetto dirigiu a Petrobras Biocombustíveis.

O novo titular da Secretaria Geral da Presidência deverá desempenhar um importante papel na articulação política do governo e na abertura de um espaço permanente de diálogo com movimentos sociais, sindicatos e outros setores da sociedade.

Foto: Fotos Públicas

 

 

 



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