Aécio é nota zero na Veja

Revista publicou ranking que avalia a atuação dos parlamentares em 2014; tucano aparece em 74º lugar, a última posição, com média zero.

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Revista publicou ranking que avalia a atuação dos parlamentares em 2014; tucano aparece em 74º lugar, a última posição, com média zero

Por Redação | Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

(Reprodução/Veja)
(Reprodução/Veja)

Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado à presidência da República, foi considerado o pior senador do ano pela revista Veja. Apesar de ter feito campanha para sua candidatura durante as eleições, o veículo da Editora Abril deu nota zero para o tucano no chamado “Ranking  do Progresso“, divulgado pelo quarto ano consecutivo.

A lista avalia a atuação de deputados federais e senadores de acordo com nove eixos principais (vide quadro ao lado). Para tanto, segundo a revista, “são levadas em conta propostas de ajuste na legislação capazes de contribuir para um país mais moderno e competitivo, segundo a perspectiva de Veja e da Editora Abril”. Conforme os critérios adotados, Aécio Neves amargou o último lugar entre os parlamentares que compõem o Senado. A primeira posição ficou com Eduardo Amorim (PSC-SE), seguido por Lindbergh Farias (PT-RJ).

A revista traz algumas explicações para o fato. “Muitos congressistas se lançaram na disputa para os executivos federal e estaduais. Isso trouxe pelo menos duas consequências: a) um número pequeno de deliberações no Congresso, se considerarmos como base o período 2011-2013; b) pouco trabalho feito por parlamentares que, em outro momento, teriam maior atuação nos processos decisórios do Legislativo”, consta na reportagem que apresenta o estudo, realizado em parceria com o Núcleo de Estudos sobre o Congresso (Necon) do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp-­Uerj).

O texto ainda destaca o maior equilíbrio, no ranking, entre deputados do governo e da oposição, em comparação aos anos anteriores. Para os autores do levantamento, mais uma vez o fator “calendário eleitoral” foi decisivo neste ponto. “Tivemos um longo e árduo ano de campanhas para os pleitos presidencial e legislativo — contaminadas, mais uma vez, por uma sucessão de escândalos que envolveram a classe política e alguns candidatos-protagonistas. Senadores e deputados passaram boa parte de 2014 empenhados em levar aos seus eleitores o resultado do trabalho desenvolvido a partir de 2011”, explica a matéria.

 



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1 comment

  1. Claudio Dias Responder

    brigaram é?


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