Dilma anuncia sete novos ministros

Presidenta indicou cinco nomes do PT, um do PP e outro do PR. Os ministros devem assumir os cargos junto com a presidenta, no dia 1º de janeiro Por Redação...

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Presidenta indicou cinco nomes do PT, um do PP e outro do PR. Os ministros devem assumir os cargos junto com a presidenta, no dia 1º de janeiro

Por Redação

Nesta segunda-feira (23), foram anunciados mais sete nomes que integrarão a Esplanada dos Ministérios neste segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff (PT): Antonio Carlos Rodrigues (Transporte), Gilberto Occhi (Integração), Miguel Rossetto (Secretária Geral), Patrus Ananias (Desenvolvimento Agrário), Pepe Vargas (Relações Institucionais), Ricardo Berzoini (Comunicações) e Carlos Gabas (Previdência).

Entre os nomes anunciados, cinco são do PT e já tiveram cargos como ministros nos governos Dilma e Lula. O atual ministro de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini será deslocado para o Ministério das Comunicações. Em seu lugar assume o deputado Pepe Vargas, ex-ministro do Desenvolvimento Agrário.

O atual ministro da Cidade, Gilberto Occhi, vai assumir a Integração Nacional. Já Antonio Carlos Rodrigues (PR), será ministro dos Transportes. Miguel Rossetto, que está no comanda do Ministério do Desenvolvimento Agrário, assumirá a Secretaria-Geral da Presidência da República. A pasta é ocupada por Gilberto Carvalho, que depois de 12 anos no governo vai para a presidência do Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi).

Patrus Ananias será o novo ministro do Desenvolvimento Agrário. Já o atual secretário executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Gabbas, vai assumir o lugar de Garibaldi Alves (PMDB).

Na última terça-feira 23 Dilma anunciou 13 nomes, sendo seis do PMDB. Os próximos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, do Planejamento, Nelson Barbosa, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, foram anunciados no final de novembro.

Dos 39 ministros, o Planalto já anunciou 24 deles. Os ministros devem assumir os cargos junto com a presidenta, no dia 1º de janeiro.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR



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1 comment

  1. Eduardo Lima Responder

    A REFORMA CRUCIAL: Reforma Política. Como deve ser? A nosso ver, radical. Poucos partidos, financiamento público. Não ao voto distrital em qualquer de suas formas. Voto nos partidos, com as vagas no legislativo atreladas à eleição majoritária. Listas partidárias e fidelidade. Fim da reeleição ilimitada para o legislativo, etc… O texto do link abaixo reflete sobre o tema:

    http://reino-de-clio.com.br/Pensando%20BR8.html


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