Página convoca lutadores de MMA para manifestações

“A gente não pode aceitar meia dúzia de filhos da p*** haitianos, de angolanos ou de negos (sic) do MST, esses vagabundos que estão infiltrados aí”, afirma o vídeo que convoca lutadores de artes marciais e torcidas de futebol para as manifestações contra o...

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“A gente não pode aceitar meia dúzia de filhos da p*** haitianos, de angolanos ou de negos (sic) do MST, esses vagabundos que estão infiltrados aí”, afirma o vídeo que convoca lutadores de artes marciais e torcidas de futebol para as manifestações contra o governo: “Gruda os caras, mano. Mostra que você é homem!”

Por Redação

Uma convocação da página GritaPovo, no Facebook, tem chamado a atenção dos internautas durante esta semana. No dia 8 de março, foi publicado o vídeo de um homem identificado como Plaucio Pucci, que tenta mobilizar lutadores de MMA, jiu jitsu, boxe e judô, além de membros de torcidas organizadas de futebol, para participarem de manifestações contra o governo de Dilma Rousseff.

A intenção, segundo ele, é enfrentar grupos organizados da esquerda. “A gente não pode aceitar meia dúzia de filhos da p*** haitianos, de angolanos ou de negos (sic) do MST, ou então das Farc venezuelana, esses vagabundos que estão infiltrados aí”, afirmou. Aos berros e visivelmente alterado, Pucci afirma que esses movimentos fazem parte de um “plano demoníaco” para implantar o comunismo no Brasil e, por isso, precisam ser contidos.

Ele pede para que sejam formados bandos de 30 a 50 “caras das academias” que possam acompanhar todo o protesto. “Na hora que entrar um filho da p*** de um black block ou qualquer cara que vocês vejam que está entrando para tumultuar, gruda os caras, mano. Mostra que você é homem!”, gritou.

O vídeo já tem mais de 45 mil visualizações e 3 mil compartilhamentos na rede social. Entre os comentários, a maioria defende a atitude e reforça os absurdos ditos por Pucci, em clara apologia às agressões. “Qualquer um com camisa do MST ou PT vai virar pano de chão”, afirmou um dos seguidores da página. “Não é violência, é defesa e limpeza!”, disse outro. “Apaga e mata!”, incentivou uma internauta.

Foto de capa: Reprodução/Facebook

 



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