Depois de criticar Mantega, Levy agora ataca Dilma

Ministro disse que presidenta tenta acertar, mas “não da maneira mais fácil e efetiva”; em nota, ele diz que foi mal interpretado

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Ministro disse que presidenta tenta acertar, mas “não da maneira mais fácil e efetiva”; em nota, ele diz que foi mal interpretado

Da Redação

Depois de criticar seu antecessor Guido Mantega, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixou escapar uma frase contra Dilma que gerou polêmica. “Há um desejo genuíno da presidente de acertar as coisas, às vezes, não da maneira mais fácil…Não da maneira mais efetiva, mas há um desejo genuíno”, disse ele, em inglês, em um evento da escola de negócios da Universidade de Chicago.

A declaração foi divulgada pela Folha de S. Paulo neste sábado (28). À noite, o ministro afirmou, em nota, ter sido mal interpretado. “O ministro sublinha que os elementos dessa fala são os seguintes: aqueles que têm a honra de encontrarem-se ministros sabem que a orientação da política do governo é genuína, reconhecem que o cumprimento de seus deveres exige ações difíceis, inclusive da Exma Sra. Presidente, Dilma Rousseff, e eles têm a humildade de reconhecer que nem todas as medidas tomadas têm a efetividade esperada”, escreveu. “Isto não é uma nota oficial, mas uma manifestação pessoal do ministro”, completou a nota.

Em fevereiro, o ministro definiu a desoneração da folha de pagamento das empresas, umas das principais medidas de Mantega, como “brincadeira cara” e “negócio grosseiro”.



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