Servidor que soltou roedores na CPI será exonerado

A presença dos roedores provocou gritos e correria no plenário da Câmara onde acontecia o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na CPI da Petrobras; imagens de câmeras de segurança ajudarão a elucidar o caso.

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A presença dos roedores provocou gritos e correria no plenário da Câmara onde acontecia o depoimento do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, na CPI da Petrobras; imagens de câmeras de segurança ajudarão a elucidar o caso

Por Redação

O servidor da Câmara dos Deputados identificado como Márcio Martins Oliveira – que soltou dois ratos, dois hamsters e um esquilo da Mongólia no plenário nesta quinta-feira (9) – será exonerado. A presença dos roedores provocou gritos e correria. A confusão aconteceu quando o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, entrava para prestar depoimento à CPI da Petrobras.

O homem foi conduzido pelos seguranças para depor na Polícia Legislativa. Segundo informações da assessoria da Câmara, Oliveira era funcionário em cargo de comissão da Segunda-Vice-Presidência da Casa. Antes, ele atuava como secretário legislativo do deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força.

O relator da CPI, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ), protestou contra a atitude do servidor de tentar tumultuar a sessão. “Uma ação encomendada que depõe contra o Parlamento. O circo armado mostra o nível em que nos encontramos. Quero deixar registrado aqui o meu descontentamento”, reclamou.

Já o deputado petista Jorge Solla (BA) acusou o também deputado Delegado Waldir (PSDB-GO) de agir como “comparsa” do homem que soltou ratos no plenário. Imagens de câmeras de segurança já foram solicitadas para elucidar o caso e verificar se Oliveira entrou acompanhado no local.

Foto de capa: Carta Capital



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