Publicação aponta alternativas para desenvolvimento com justiça socioambiental

Reportagem especial reúne experiências práticas que apontam caminhos para um modelo de desenvolvimento socialmente justo e de convivência harmônica com o meio ambiente

590 0

Reportagem especial reúne experiências práticas que apontam caminhos para um modelo de desenvolvimento socialmente justo e de convivência harmônica com o meio ambiente

Por Observatório da Sociedade Civil 

É possível imaginar um modelo de sociedade que propicie qualidade de vida, justiça social e preservação do meio ambiente ao mesmo tempo e, que para isso, valorize o saber dos povos e comunidades locais? A questão é tema da nova reportagem especial do Observatório da Sociedade Civil: Caminhos para um Desenvolvimento Justo – A sociedade civil na linha de frente da luta socioambiental.

– Clique aqui para baixar o PDF

– Clique aqui para ler o livro on-line no ISSUU

Escrita pela jornalista Bianca Pyl, a publicação reúne quatro reportagens que abordam regiões e meios sociais distintos. Da Amazônia ao semiárido, vemos desde a luta dos povos indígenas e comunidades tradicionais contra o desmatamento e as grandes obras de energia até as lições dos/as sertanejos/as que aperfeiçoam a convivência com o clima. Já o cerrado evidencia os impactos da expansão do agronegócio e a esperança na agricultura familiar, enquanto, nas grandes cidades, se salienta a luta da população pobre contra a gentrificação e pela garantia de direitos como moradia e transporte.

A publicação traz experiências desenvolvidas por Organizações da Sociedade Civil e movimentos sociais que apontam caminhos para um modelo de desenvolvimento socialmente justo e que permita uma convivência harmônica com o meio ambiente. As iniciativas têm produzido impactos efetivos na sociedade, promovendo justiça social e respeitando o conhecimento e as opiniões das comunidades.

Em comum, todas as histórias revelam a força transformadora do ato de dar voz e vez às pessoas de cada comunidade, respeitando seus conhecimentos e valores. Por meio dessas experiências é possível vislumbrar os contornos de novos modelos de desenvolvimento, que deixem de lado o consumismo e valorizem a democracia, a participação social e o saber local.



No artigo

x