Pastor homofóbico é flagrado em aplicativo de encontros gays nos EUA

Após o vazamento de fotos em que aparece nu e de conversas marcando encontros com outros usuários do Grindr, Matthew Makela deixou a Igreja Luterana St. John, em Michigan.

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Após o vazamento de fotos em que aparece nu e de conversas marcando encontros com outros usuários do Grindr, Matthew Makela deixou a Igreja Luterana St. John, em Michigan

Por Redação*

O reverendo luterano norte-americano Matthew Makela, conhecido por suas opiniões homofóbicas, foi flagrado utilizando o aplicativo de relacionamentos Grindr, voltado à comunidade gay e bissexual. Na última segunda-feira (18), ele chegou a deixar a Igreja Luterana St. John, em Michigan, após o vazamento de fotos em que aparece nu e de conversas marcando encontros com outros usuários do app.

Makela, casado e pai de cinco crianças, sempre condenou homossexuais. Em comentário publicado em um jornal cristão, comparou a homossexualidade ao alcoolismo. “Eu amo pessoas que tem atração pelo mesmo sexo, assim como Deus. A prova está no sacrifício que Ele fez por todos nós que pecamos. Nós não dizemos a uma pessoa nascida com tendência a abusar do álcool para continuar alimentando seus desejos inatos porque ele não pode ajudar nisso. Nós tentamos ajudá-lo em sua luta”, escreveu.

A revelação ocorreu a partir de um movimento nos EUA que expõe homens públicos notadamente contrários aos direitos LGBTs, mas que possuem, em sua vida particular, relações com pessoas homo, bi ou transexuais. O mesmo aconteceu com o deputado republicano Randy Boehning, da Dakota do Norte, que, embora tenha colaborado para minar um projeto de lei contra a homofobia, enviou fotos de seu pênis a usuários do Grindr.

*Com informações do G1 e ‘The Independent’



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