Hildegard Angel: ‏“Certos articulistas só têm uma utilidade: produzir vômito. Trabalham contra o Brasil”

A jornalista comentou ainda sobre o atentado contra o Instituto Lula: “Quem acendeu o pavio foram formadores de opinião que conchavam e se vendem aos inimigos do Brasil e da democracia. Que vistam a carapuça os homens-bomba que assinam artigos irresponsáveis na imprensa, baseados...

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A jornalista comentou ainda sobre o atentado contra o Instituto Lula: “Quem acendeu o pavio foram formadores de opinião que conchavam e se vendem aos inimigos do Brasil e da democracia. Que vistam a carapuça os homens-bomba que assinam artigos irresponsáveis na imprensa, baseados no disse-me-disse, gerando ódio contra Lula”

Por Redação

A jornalista Hildegard Angel utilizou sua conta no Twitter, na última sexta-feira (31), para criticar parte da imprensa brasileira, que faz questão de disseminar uma imagem negativa do país. “Certos articulistas brasileiros só têm uma utilidade: produzir vômito. Trabalham contra o Brasil 24 horas por dia”, escreveu.

Um pouco antes, ela havia comentado na rede social sobre a bomba arremessada contra o Instituto Lula. “Quem acendeu o pavio foram formadores de opinião que conchavam e se vendem aos inimigos do Brasil e da democracia”, declarou. “Que vistam a carapuça os homens-bomba que assinam artigos irresponsáveis na imprensa, baseados no disse-me-disse, gerando ódio contra Lula”.

No último mês, Hilde, como é conhecida, participou de um debate no Centro de Estudos de Mídia Barão de Itararé, em São Paulo, quando falou sobre o comportamento conservador da mídia. “Essa é a história do oportunismo da imprensa brasileira. Do oportunismo dos intelectuais brasileiros, daqueles que se situam e formam suas panelinhas para manter seus cachês valorizados. Agora, não valoriza cachê ser de esquerda, o cachê fica baixo. Valoriza o cachê falar mal das causas sociais, dos progressos sociais, das conquistas sociais”, disse na ocasião.

A jornalista é irmã de Stuart Angel Jones, assassinado em 1971 no Centro de Informações da Aeronáutica, durante o governo Médici. Nos cinco anos seguintes, sua mãe, a estilista Zuzu Angel, buscou respostas para o desaparecimento do filho. Em represália, ela própria teria sido morta pelo regime no governo do general Ernesto Geisel.

Foto de capa: O Cafezinho



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