Maduro e Evo Morales denunciam ‘tentativa de golpe de Estado’ contra Dilma

Reunidos em uma conferência na Bolívia, os mandatários latino-americanos disseram estar “preocupados” com o que chamaram de uma “nova modalidade de golpe de Estado” contra Dilma e os movimentos populares; “Não vamos nos calar...

1311 0

Reunidos em uma conferência na Bolívia, os mandatários latino-americanos disseram estar “preocupados” com o que chamaram de uma “nova modalidade de golpe de Estado” contra Dilma e os movimentos populares; “Não vamos nos calar e nem nos deixar manipular diante de uma tentativa de golpe de Estado no Brasil”, disse Maduro

Por Redação

Os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela) e Evo Morales (Bolívia), denunciaram, nesta terça-feira (13/10), o que chamaram de “tentativa de golpe de Estado no Brasil contra Dilma e os movimentos populares”. Os dois participam de uma conferência mundial de mudanças climáticas, realizada na Bolívia.

“O presidente Evo Morales e eu manifestamos nossa preocupação e vamos iniciar um conjunto de consultas porque parece se anunciar no Brasil uma nova modalidade, um golpe de Estado contra a presidente Dilma Rousseff e contra o movimento popular”, disse o mandatário venezuelano, ressaltando que o assunto foi uma das pautas discutidas da reunião bilateral com o presidente da Bolívia.

“Não vamos nos calar e nem nos deixar manipular diante de uma tentativa de golpe de Estado no Brasil, nem em nenhum lugar da América Latina e do Caribe”, completou o presidente, durante uma conferência para a imprensa internacional.

De acordo com Maduro, há, atualmente, “um ataque” contra todos os processos progressitas em todo o continente.

Evo Morales, por sua vez, já havia falado sobre o tema no último mês de agosto, quando disse que “a região deveria agir em conjunto para defender a institucionalidade no país”.

As declarações dos mandatários vêm logo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter reaberto uma investigação para determinar se foram cometidos abusos durante a campanha eleitoral que levou Dilma ao poder em 2014 e também depois da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de rejeitar as contas do governo do ano passado.

Foto: losreportesdelichi.com

 



No artigo

x