Governo rebate: Isto é uma publicação fora de si

Em nota divulgada no sábado, Presidência da República diz que texto é escandaloso, leviano, sexista e covarde e anuncia medidas judiciais contra a Editora Três Da Redação...

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Em nota divulgada no sábado, Presidência da República diz que texto é escandaloso, leviano, sexista e covarde e anuncia medidas judiciais contra a Editora Três

Da Redação

Em nota divulgada na noite de sábado, a Presidência da República afirma que o texto da revista IstoÉ que acusa a presidenta Dilma Rousseff de estar “fora de si” está longe de ser “crível e confiável”. A assessoria presidencial considerou a reportagem escandalosa, leviana, sexista, covarde “e – por que não – risível”.

Também considerou o texto como “delírios e surtos de descontrole” da publicação. Por isso, anunciou que serão tomadas medidas judiciais contra a Editora Três, que edita a IstoÉ.

Leia a nota na íntegra:

#GovInforma: Isto é uma publicação fora de si

A frase é conhecida: “Na guerra, a primeira vítima é a verdade”. A autoria é controversa, mas a aplicação tem sua vertente diante de crises políticas mais agudas. A revista IstoÉ tem se esforçado para trazer a máxima ao presente, sombrear o quanto pode a verdade e jogar na lata do lixo da história qualquer rastro de credibilidade que um dia já teve.

Seria fácil rebater minuciosamente a escandalosa, leviana, sexista, covarde e – por que não? – risível peça de ficção que produz na edição deste fim de semana. Mas fazer isso seria tratar como jornalismo o que não é; seria conferir respeito ao que, no fundo, é inqualificável; seria pensar que algo ali pode ser crível e confiável, o que está muito longe de ser. O único respeito que merece é para os eventuais remédios que se possa tomar contra os delírios e surtos de descontrole da revista. Uma publicação fora de si.

A democracia trouxe a liberdade de imprensa e de expressão, cláusulas pétreas de uma sociedade madura como a brasileira. Exercê-las, no entanto, exige responsabilidade com que se escreve e se publica. Por essas razões, e de tão inconsistente e intolerável, a única resposta adequada são as medidas judiciais que a Presidência da República tomará contra a revista.



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