Na ficção da Folha, doação legal vira crime

Em publicação no ‘Blog do Planalto’, governo desmente matéria publicada hoje pelo jornal: “Basta um rápido olhar no primeiro parágrafo da reportagem para descobrir que todas as doações foram legais. Sim, isso mesmo: todas...

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Em publicação no ‘Blog do Planalto’, governo desmente matéria publicada hoje pelo jornal: “Basta um rápido olhar no primeiro parágrafo da reportagem para descobrir que todas as doações foram legais. Sim, isso mesmo: todas as doações que embasam a reportagem, e que seriam fruto de propina são, na verdade, legais. E estão declaradas e aprovadas no TSE”

Por Blog do Planalto

A tentativa de parte da imprensa em demonizar este governo, inflando artificialmente a opinião pública para assim criar um clima propício ao golpe do impeachment, chegou às raias do absurdo nesta quinta-feira (7). A manchete da Folha de S. Paulo, ‘Propina abasteceu campanha de Dilma de 2014, diz Andrade Gutierrez’, não deixa dúvidas sobre isso.

Aproveitando-se de um vazamento seletivo e providencial, a Folha presta um desserviço à sociedade. E também à verdade, pois é ela quem mais sofre quando se transforma notícia em peça de ficção.

Afinal, para que serve uma delação senão ao propósito de permitir que a Justiça investigue, em sigilo, pistas que a levem a elucidar um crime? E quando estas mesmas delações, de maneira cirúrgica e seletiva, são usadas descaradamente para interferir no processo político brasileiro?

O que dizer quando estas delações, se é que são verdadeiras, caem nas mãos de um jornal antes mesmo de serem homologadas pelo Supremo Tribunal Federal?

Não há outra resposta que não a de constranger os parlamentares que irão votar o absurdo, ilegal e imoral processo inconstitucional de impeachment, no Congresso, de uma presidenta que sequer cometeu crime de responsabilidade.

Basta um rápido olhar no primeiro parágrafo da reportagem para descobrir que todas as doações foram legais. Sim, isso mesmo: todas as doações que embasam a reportagem, e que seriam fruto de propina são, na verdade, legais. E estão declaradas e aprovadas no TSE.

Por unanimidade.

Foto: Reprodução/Folha de S. Paulo

 



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