Dilma na ONU: “Nosso povo é trabalhador e saberá impedir qualquer retrocesso”

Em discurso na sede da ONU em Nova Iorque (EUA) para assinar o Acordo de Paris sobre mudanças no clima, além de se comprometer com o desmatamento zero e lembrar que, nos impactos climáticos,...

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Em discurso na sede da ONU em Nova Iorque (EUA) para assinar o Acordo de Paris sobre mudanças no clima, além de se comprometer com o desmatamento zero e lembrar que, nos impactos climáticos, quem paga a conta é o pobre, a presidenta fez questão de citar o “grave” momento que vive o país. “Sou grata a todos os líderes que expressaram a mim sua solidariedade”

Por Redação

Na presença de líderes e chefes de estado do mundo inteiro, a presidenta Dilma Rousseff participou, na manhã desta sexta-feira (22), da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque (EUA).

Conforme já era especulado, Dilma aproveitou sua fala de cerca de cinco minutos na tribuna para, ao final, citar a tentativa de golpe à democracia que está em curso no Brasil.

“Não posso terminar sem mencionar o grave momento que vive o Brasil. O Brasil é um grande país. Uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir a democracia. Nosso povo é trabalhador, saberá impedir qualquer retrocesso. Sou grata a todos os líderes mundiais que expressara a mim sua solidariedade. Muito obrigada”, finalizou a presidenta.

Antes, Dilma teceu elogios ao Acordo de Paris e mencionou uma série de medidas que seu governo adotará como compromissos para o novo pacto global do clima. Entre as citadas pela presidenta estão o desmatamento zero na Amazônia, o reflorestamento de 12 milhões de hectares e a redução de 43% na emissão de gases tóxicos.

“Sem a redução da pobreza e da desigualdade, não será possível vencer o combate à mudança do clima”, completou a presidenta.



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