Partidos de oposição a Dilma financiaram MBL, diz portal

Segundo áudios, DEM, Solidariedade, PMDB e PSDB apoiaram movimento que se diz apartidário em atos pró-impeachment

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Segundo áudios, DEM, Solidariedade, PMDB e PSDB apoiaram movimento que se diz apartidário em atos pró-impeachment

Por Redação

Da esquerda para a direita, Bráulio Moraes, da Juventude do DEM, Fernando Holiday, do MBL, Victor Vilela Pupupim, da Juventude do PSDB, e Alexandre Neves, da Juventude do Democratas (Foto: Arquivo Pessoal/Braulio Moraes)
Da esquerda para a direita, Bráulio Moraes, da Juventude do DEM, Fernando Holiday, do MBL, Victor Vilela Pupupim, da Juventude do PSDB, e Alexandre Neves, da Juventude do Democratas (Foto: Arquivo Pessoal/Braulio Moraes)

O portal UOL divulgou que teve acesso a áudios que confirmam ajuda financeira de partidos contrários a Dilma Rousseff ao Movimento Brasil Livre (MBL), que se dizia apartidário.

De acordo com a reportagem, os partidos PMDB, DEM e Solidariedade teriam custeado a impressão de panfletos e uso de carros de som. A Juventude do PSDB teria ajudado a financiar caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus.

O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, confirmou ao portal que o partido pagou a impressão de 20 mil folhetos, com a frase “Esse impeachment é meu”, distribuídos na manifestação do dia 13 de março.

Ainda conforme o UOL noticiou, em “uma gravação de fevereiro de 2016 a que o portal teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as ‘máquinas deles também’”.

O militante do MBL disse que o áudio realmente é verdadeiro e que o comitê do impeachment do movimento contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB, SD e PMDB.

Já em outra gravação, o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, fala sobre “parceria com o MBL” para financiar protesto no dia 11 de maio, em Brasília, contra Dilma Rousseff.



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