Novo vídeo reforça estupro coletivo de adolescente no Rio de Janeiro

O material foi encontrado no celular de Raí de Souza, um dos suspeitos que foi preso por participação no estupro e pela divulgação das imagens e vídeos na internet. Em seu aparelho, novas revelações:...

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O material foi encontrado no celular de Raí de Souza, um dos suspeitos que foi preso por participação no estupro e pela divulgação das imagens e vídeos na internet. Em seu aparelho, novas revelações: vítima tentou reagir e manifestações em seu apoio foram solicitadas com antecedência

Por Redação

A investigação, a cargo da delegada Cristiana Bento, comprovou que a adolescente foi estuprada pelo menos duas vezes: a primeira na manhã de sábado (21 de maio) e a segunda vez no domingo à noite (22 de maio). De acordo com a delegada, o primeiro a abusar sexualmente da garota foi o traficante Moisés Camilo de Lucena, conhecido como “Canário”, de 28 anos

O homem tirou a adolescente da casa abandonada, onde havia sido deixada por Raí de Souza, Lucas Perdomo e outra garota, e a levou para outra casa, onde a estuprou. Na noite de domingo, Raí e o homem identificado como Jefinho chegaram a essa segunda casa e, de acordo com a investigação, foi lá que abusaram sexualmente da garota e fizeram as imagens (em vídeos e fotos) que divulgariam nas redes sociais.

Nas novas imagens encontradas, é possível ver a vítima ainda consciente e tentando reagir, expressando palavras de dor e negativas.

Manifestações obrigatórias

Após ser emitido o mandado de prisão para seis suspeitos, moradores do Morro do Barão fizeram uma manifestação em apoio aos acusados; entretanto, o celular de Raí de Souza continha áudios que apontavam a obrigatoriedade dos moradores da comunidade em participar do protesto a mando do chefe do tráfico na região.

Atualmente, dois suspeitos estão presos: Raí e Rafael (ex-cinegrafista da Globo). Outros cinco estão foragidos. Lucas Perdomo foi preso, mas liberado por falta de provas que mostrem sua participação no crime.

Para a delegada, a prisão dos suspeitos e sua responsabilização penal devem servir de exemplo social, ressaltando que cabe ao Estado a regulamentação das leis e sua consequente aplicação.

*Com informações do portal do G1



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