Promotoria vai investigar ciclovia do governo Alckmin por suspeita de superfaturamento

A investigação tomou por base dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado que apontavam que o metro da ciclovia do Governo do Estado custou seis vezes mais que o preço médio gasto pela...

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A investigação tomou por base dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado que apontavam que o metro da ciclovia do Governo do Estado custou seis vezes mais que o preço médio gasto pela Prefeitura de São Paulo par fazer as vias especiais para bicicletas

Por Redação

O Ministério Público de São Paulo instaurou um inquérito nesta segunda-feira (16) para apurar um suspeita de superfaturamento nas obras de uma ciclovia provisória construída pelo Metrô de São Paulo, comandado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), em um trecho das obras da Linha 17 – Ouro do Monotrilho de São Paulo.

A investigação tomou por base dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) que apontavam que o metro da ciclovia do Governo do Estado custou seis vezes mais que o preço médio gasto pela Prefeitura de São Paulo par fazer as vias especiais para bicicletas.

Leia também: Ciclovia do governo Alckmin custa seis vezes mais que a de Haddad

O governo de São Paulo decidiu fazer a pista de 7,7 km no início de 2014 por conta de uma obra na Linha 17-Ouro do Monotrilho que causou interdição da ciclovia original da Marginal do Pinheiros, entre a Vila Olímpia e a ponte João Dias.

A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público solicitou ao Centro de Apoio à Execução (CAEx) do Ministério Público paulista um parecer para averiguar se houve superfaturamento na obra. Além disso, o promotor José Carlos Blat, responsável pelo inquérito, solicitou cópia dos relatórios de fiscalização do TCE-SP e deu 15 dias para que o Metrô dê explicações sobre a obra.

Foto: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo



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