Jovem negro passa mal, chama a emergência e é espancado até a morte por policiais

O caso aconteceu em Baltimore, nos Estados Unidos. Ao invés de ser socorrido por uma suposta intoxicação, o jovem foi abordado com violência até perder a consciência e, dias depois, morrer Por Redação*...

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O caso aconteceu em Baltimore, nos Estados Unidos. Ao invés de ser socorrido por uma suposta intoxicação, o jovem foi abordado com violência até perder a consciência e, dias depois, morrer

Por Redação*

Morreu na última semana em um hospital perto de Baltimore, nos Estados Unidos, o jovem negro Tawon Boyd, de 21 anos. Sua morte, com envolvimento da polícia, marca mais uma entre as tantas que ocorrem na região diante da tensão racial entre os agentes policiais e a população negra.

De acordo com Latoya Francis-Williams, a advogada que representa a família do jovem, Boyd ligou para o 911(telefone da central de emergências norte-americana que aciona de ambulâncias à viaturas de polícia, de acordo com o caso) e, ao invés de ser socorrido por médicos, foi agredido por policiais.

Testemunhas contam que, quando a polícia chegou, Boyd estava desorientado por conta de uma suposta intoxicação a que teria sido submetido por sua namorada. Ele teria sido abordado pelos policiais com agressividade, jogado no chão e sufocado enquanto os agentes tentavam imobilizá-lo. Segundo a advogada, o jovem dizia “Pare! Eu não consigo respirar” antes de começar a espumar pela boca e desmaiar.

Os policiais alegaram que acreditaram terem sido acionados pela namorada de Boyd, pois teriam ouvido “gritos femininos” ao telefone. Os agentes, depois, no entanto, confirmaram que o jovem alegava intoxicação quando foi abordado.

Após o “atendimento”, Boyd ficou internado por três dias em uma CTI até falecer. A necrópsia, que determinará os motivos da morte, ficará pronta em uma semana.

*Com informações do jornal Extra e do The Guardian

Foto: Reprodução/Facebook

 



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