Racismo: Idosa agride e ofende negros e negras na avenida Paulista

A psicóloga Maitê Lourenço voltava do trabalho quando se deparou com a senhora proferindo ofensas racistas em tom de pregação contra ela e outras pessoas negras que estavam no local. “Todo preto será condenado”...

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A psicóloga Maitê Lourenço voltava do trabalho quando se deparou com a senhora proferindo ofensas racistas em tom de pregação contra ela e outras pessoas negras que estavam no local. “Todo preto será condenado” e “prefiro andar de viatura do que estar na sua pele” foram só algumas das frases ditas pela idosa, que foi detida. Ação foi toda gravada por câmeras de celular

Por Redação*

Vem repercutindo pelas redes sociais, desde a noite da última terça-feira (18), vídeos que mostram a atitude racista de uma senhora que estava xingando e agredindo pessoas negras na avenida Paulista, em São Paulo. Quem divulgou o caso foi uma das agredidas, a psicóloga Maitê Lourenço, que voltava do trabalho naquela noite quando se deparou com as cenas de ofensas gratuitas.

De acordo com Maitê, ela estava caminhando quando percebeu que a mulher, identificada pelas testemunhas como Silvia Aparecida Crescencio, proferia ofensas racistas em tom de pregação. Indignada, Maitê pegou o celular e começou a gravar a senhora, pedindo para que ela repetisse o que dizia.

“Todo preto será condenado”, afirmou a mulher, que continuou xingando outras pessoas negras que estavam no local. Um amigo da psicóloga, também negro, inclusive, foi xingado de “ladrão” e “macaco”. A idosa ainda agrediu Maitê com chutes em sua bolsa.

A Polícia Militar foi acionada e mesmo em frente aos policiais Silvia continuava com as ofensas. Pouco antes de entrar no carro da polícia, a idosa ainda finalizou: “Prefiro andar de viatura do que estar em sua pele”.

A criminosa e as vítimas seguiram para o 78º Distrito Policia no Jardim América onde Maitê Prestou depoimento e fez um boletim de ocorrência.  Silvia ficou detida na delegacia. Detalhes sobre a investigação do caso estão sendo mantidos em sigilo até que a psicóloga escolha um advogado.

Assista.

*Com informações do Mundo Negro



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