Governador da Paraíba defende pacto nacional por eleições diretas

Ele projeta “tempos ainda mais difíceis em 2017, por isso a necessidade de estabelecer um Pacto para evitar maiores retrocessos”. Por Redação...

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Ele projeta “tempos ainda mais difíceis em 2017, por isso a necessidade de estabelecer um Pacto para evitar maiores retrocessos”.

Por Redação

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), ao comentar a possibilidade da cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em 2017 defendeu que haja um pacto nacional por eleições diretas presidenciais.

“Em caso de prosperar a cassação de toda a chapa presidencial vencedora de 2014 não há remédio paliativo, daí a importância de um Pacto nacional ajustando calendários para a realização de eleições diretas como solução mais consistente”, diz.

Ele projeta ainda “tempos ainda mais difíceis em 2017, por isso a necessidade de estabelecer um Pacto para evitar maiores retrocessos”.

“A situação está se agravando a cada dia com governos sem saber o que vai acontecer no mês seguinte ou quem será a vítima do mês”, afirmou.

Coutinho diz que o PSB precisa retomar o projeto progressista do partido e defende Ciro Gomes como candidato à Presidente da República.

Na terça-feira (27), a defesa de Dilma disse que a decisão judicial que determinou busca nas gráficas que atuaram na campanha presidencial de 2014 “causa perplexidade”.

“Assim como a atuação da defesa de Dilma Rousseff foi fundamental para demonstrar o falso testemunho à Justiça Eleitoral praticado pelo Sr. Otávio Azevedo, deve-se assegurar o respeito ao contraditório e ampla defesa para que, uma vez mais, seja demonstrada a regularidade das despesas realizadas pela chapa Dilma-Temer em relação às empresas periciadas. A defesa de Dilma Rousseff renova seu pleno respeito aos princípios de Estado Democrático de Direito e confia que a Justiça Eleitoral, novamente, reconhecerá a absoluta regularidade das despesas contratadas pela chapa Dilma-Temer”,afirmaram em uma nota enviada à imprensa.

Foto de Capa: Reprodução/Facebook

 

 



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