Chico Buarque vence prêmio francês de literatura pelo conjunto da obra

Chico Buarque venceu o prêmio literário francês, Roger Caillois, na categoria Literatura Latino-Americana. O escritor e compositor brasileiro foi escolhido pelo conjunto da sua obra. Já a freira paulista radicada na Paraíba, Maria Valéria Rezende, é a ganhadora do prêmio Casa de Las Américas,...

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Chico Buarque venceu o prêmio literário francês, Roger Caillois, na categoria Literatura Latino-Americana. O escritor e compositor brasileiro foi escolhido pelo conjunto da sua obra. Já a freira paulista radicada na Paraíba, Maria Valéria Rezende, é a ganhadora do prêmio Casa de Las Américas, com seu romance “Outros Cantos” (Alfaguara), na categoria de literatura brasileira.

Da Redação

Chico Buarque venceu o prêmio literário francês, Roger Caillois, na categoria Literatura Latino-Americana. O escritor e compositor brasileiro foi escolhido pelo conjunto da sua obra. Seus livros são publicados na França pela editora Gallimard. Informado apenas hoje da data, Chico Buarque infelizmente não poderá comparecer à premiação, que acontece na próxima segunda-feira (30).

O Prêmio Roger Caillois foi criado em 1991 pelo PEN Club da França em parceria com a Casa da América Latina e a Sociedade dos escritores e amigos de Roger Caillois (1913-1978), sociólogo e crítico literário francês. Já ganharam na mesma categoria autores como Mario Vargas Llosa (2002), Alberto Manguel (2004), Ricardo Piglia (2008) e Roberto Bolaño (2009). Haroldo de Campos (1999) era o único brasileiro na lista até então.

Freira paulista vence o prêmio Casa de Las Américas

A escritora paulista radicada na Paraíba Maria Valéria Rezende é a ganhadora do prêmio Casa de Las Américas, com seu romance “Outros Cantos” (Alfaguara), na categoria de literatura brasileira, anunciou o júri do troféu na noite desta quinta-feira (26).

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O poeta Armando Freitas Filho recebeu menção honrosa na mesma categoria, por seu livro “Rol” (Companhia das Letras).

O jurados destacaram que o livro de Rezende “reflete sobre a substituição de valores éticos e humanos por uma sociedade consumista que sufoca manifestações populares e tradicionais”..

A autora é freira da Congregação de Nossa Senhora e, para escrever o romance, usou sua experiência como alfabetizadora de adultos. Ela ganhou o Jabuti de livro do ano de ficção, em 2015, por “Quarenta Dias” (Alfaguara).



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