Odebrecht doou R$ 9 milhões por fora a Aécio Neves em 2014

Os recursos foram divididos nas campanhas do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que foi o relator do golpe no Senado, de Pimenta da Veiga, derrotado na disputa pelo governo de Minas, e Dimas Toledo Fabiano Júnior, filho do notório Dimas Toledo, nomeado por Aécio em...

1024 0

Os recursos foram divididos nas campanhas do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que foi o relator do golpe no Senado, de Pimenta da Veiga, derrotado na disputa pelo governo de Minas, e Dimas Toledo Fabiano Júnior, filho do notório Dimas Toledo, nomeado por Aécio em Furnas com a missão de recolher propinas.

Da Redação com Informações do Minas 247

Em depoimento na tarde desta quinta-feira (02), Benedicto Júnior, BJ, como ele é conhecido, número dois da Odebrecht, disse que o senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, lhe pediu (e recebeu) R$ 9 milhões por fora, nas eleições de 2014.

Os recursos foram divididos nas campanhas do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), que foi o relator do golpe no Senado, de Pimenta da Veiga, derrotado na disputa pelo governo de Minas, e Dimas Toledo Fabiano Júnior, filho do notório Dimas Toledo, nomeado por Aécio em Furnas com a missão de recolher propinas.

Também na tarde desta quinta-feira, Marcelo Odebrecht afirmou que o então candidato à presidência pediu um socorro financeiro paralelo às doações legais em meio a sua disputa com Marina Silva. Valor bate com os R$15 milhões destinados ao “Mineirinho” na famosa lista da Odebrecht.

A ação no TSE, que começou porque Aécio não aceitou sua derrota na disputa presidencial de 2014, agora se volta contra ele. Segundo BJ, uma parte do dinheiro foi também para Paulo Vasconcelos, marqueteiro pessoal de Aécio.

Nesta quinta-feira, o TSE também cobrou explicações de Aécio sobre os pagamentos via caixa dois recebidos da Andrade Gutierrez. Na quarta-feira de Cinzas, o procurador-geral Rodrigo Janot pediu que ele seja ouvido pelos desvios de Furnas.

Marcelo Odebrecht, o chefe de BJ, disse que Dilma, ao contrário de Aécio, nunca pediu dinheiro à empreiteira (leia aqui).

 



No artigo

x