Professores da Rede Municipal de São Paulo mantêm greve e anunciam manifestação e assembleia para o dia 31 de março

Categoria foi recebida por equipe da Prefeitura e reiterou pautas como questões salariais, funcionais, de formação, violência nas escolas, saúde, organização das unidades e condições de trabalho Por Breno Deffanti, colaborador da Rede Fórum de...

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Categoria foi recebida por equipe da Prefeitura e reiterou pautas como questões salariais, funcionais, de formação, violência nas escolas, saúde, organização das unidades e condições de trabalho

Por Breno Deffanti, colaborador da Rede Fórum de Jornalismo

Professores da Rede Municipal de Ensino de São Paulo reuniram-se mais uma vez no dia 27 de março, em frente à Prefeitura, para reafirmar sua luta. Em greve desde o dia 15, a categoria protesta contra as reformas da Previdência, trabalhista e do Ensino Médio, além de posicionar-se contra o Sampaprev e em defesa dos direitos de todos os trabalhadores.

De acordo com site do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo), no seu quarto ato – outros foram realizados nos dias 8, 15, 21, 25 e 27 de março -, representantes da categoria foram recebidos pelo Secretário Especial de Relações Governamentais, Milton Flávio Marques Lautenschlager; pelo de Governo, Júlio Francisco Semeghini Neto; e pelo de Gestão, Paulo Antônio Spencer Uebel, além da assessora da Secretaria de Educação, e entregaram uma pauta de reivindicações que abrange desde questões salariais, passando por discussões relativas à organização das unidades e às condições de trabalho.

Ainda de acordo com o site do Sindicato dos Profissionais da Educação, a Prefeitura de São Paulo reconhece a legitimidade das reivindicações e afirma que serão criados grupos de trabalho para debater essas questões. Sobre o Projeto de Lei que cria o Regime de Previdência Complementar (Sampaprev) na Prefeitura, estabelecendo o teto do INSS para os servidores, a entidade afirma que o secretário assegurou que não há interesse em agilizar a votação do PL na Câmara, ficando, a princípio, “tudo como está”.

A categoria ainda decidiu manter a greve até pelo menos o dia 31 de março, quando será realizada uma manifestação e uma assembleia no Dia Nacional de Mobilização de todos os trabalhadores.

Foto: Mídia NINJA



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