Lista de Fachin tem vários tucanos e principais ministros de Temer

Dos membros do alto escalão do governo, delações da Odebrecht incluem Eliseu Padilha (PMDB), Moreira Franco (PMDB), Gilberto Kassab (PSD), Helder Barbalho (PMDB), Aloysio Nunes (PSDB), Blairo Maggi (PP), Bruno Araújo (PSDB), Roberto Freire (PPS), e Marcos Pereira (PRB).

437 0

Dos membros do alto escalão do governo, delações da Odebrecht incluem Eliseu Padilha (PMDB), Moreira Franco (PMDB), Gilberto Kassab (PSD), Helder Barbalho (PMDB), Aloysio Nunes (PSDB), Blairo Maggi (PP), Bruno Araújo (PSDB), Roberto Freire (PPS), e Marcos Pereira (PRB)

Por Redação

O ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra nove ministros do governo de Michel Temer, além de 29 senadores e 42 deputados federais. Ao todo, 108 nomes são alvos de 83 inquéritos que a Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo com base nas delações dos executivos e ex-executivos do Grupo Odebrecht.

Também serão investigados pelo STF um ministro do Tribunal de Contas da União, três governadores e 24 outros políticos e autoridades que, mesmo não tendo foro no tribunal, estão relacionados aos fatos relatados pelos delatores.

Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Romero Jucá (PMDB-RR) são os políticos com o maior número de inquéritos a serem abertos, sendo cinco cada. O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) vem em seguida, com quatro.

Dos membros do governo Temer, a lista é longa e inclui os ministros Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Os crimes mais frequentes descritos nas delações são de corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, e há também informações de formação de cartel e fraude a licitações.

Com informações do Estadão
Foto: Lula Marques



No artigo

x