Esquema gangster: Joesley diz que irmã de Aécio tentou vender presidência da Vale por R$ 40 milhões

Aécio, porém, teria dito para o delator esquecer o pedido milionário da irmã, pois todos os contatos seriam feitos com ele próprio.

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Em seu depoimento de delação premiada à Procuradoria-Geral da República, o empresário Joesley Batista, da JBS, disse que Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves e que está presa em Belo Horizonte, pediu R$ 40 milhões em propina para entregar a presidência da Vale do Rio Doce para o seu grupo. O nome de Joesley para o cargo era o de Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil no governo Dilma.

O dono da JBS teria aceitado a proposta de Andrea, mas, segundo ele, Aécio disse que já havia indicado outra pessoa para a vaga, dando a ele a oportunidade de escolher qualquer uma das outras diretorias da mineradora.

Além disso, Aécio também teria dito para o delator esquecer o pedido milionário da irmã, pois todos os contatos seriam feitos com ele próprio.

Fórum não assume como verdadeira a delação de Joesley, pois a cada segundo fica mais claro que o empresário atuava como um gangster e que sua delação parece ter sido realizada no mesmo padrão de comportamento que o levou a tentar comprar toda a República. Mas essa história precisa ser investigada como todas as outras.



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