Jornalista diz que Gilmar Mendes articula para ser presidente por eleição indireta

  Ministro do Supremo estaria se mexendo para garantir apoio do baixo clero do Congresso e lideranças do PMDB como Renan Calheiros e Baleia Rossi para substituir Temer...

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Ministro do Supremo estaria se mexendo para garantir apoio do baixo clero do Congresso e lideranças do PMDB como Renan Calheiros e Baleia Rossi para substituir Temer

Por Redação*                                                                        Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

No blog Poder 360, o jornalista Fernando Rodrigues publica que o ministro Gilmar Mendes está fazendo articulações para ser ele o presidente eleito pelo Congresso com a possível queda de Michel Temer. Há dois movimentos em curso. Primeiro, durante o julgamento o presidente no TSE está mandando diversos recados à Lava Jato que agradam a deputados e senadores denunciados e ao baixo clero do Congresso, como na intervenção em que Gilmar, no julgamento no TSE, disse que: “Há exageros. Às vezes, por questões pequenas cassamos mandatos. É preciso moderar a ‘sanha cassadora‘, porque você coloca em jogo outro valor, que é o valor do mandato”.

Para embasar seu raciocínio, afirma ainda que “o presidente do TSE já conquistou figuras importantes do PMDB, que não admitem publicamente: os líderes do partido no Senado, Renan Calheiros (AL), e na Câmara, Baleia Rossi (SP). Gilmar esteve na 2ª feira (5.jun) com Renan. Na semana passada, encontrou-se com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Entre os tucanos, conta com a amizade de longa data do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do senador Aécio Neves (MG), afastado do mandato pela Lava Jato. Foi FHC quem indicou Gilmar ao STF (Supremo Tribunal Federal).”

Os passos de Gilmar, segundo Rodrigues, passam pela discussão do formato das eleições indiretas, em que quer garantir concorrer em igualdade de condições com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Só diretas impedem jogo de cartas marcadas – Temer está muito fraco e sua cassação, seja pelo TSE, pela Justiça ou pelo Congresso, pode acontecer a qualquer momento. Por isso as articulações no Congresso Nacional e dentro dos partidos de direita estão num ritmo frenético. Para impedir que os autores do golpe, que têm maioria no Congresso, elejam o próximo presidente, só há um caminho. Continuar a pressão por eleições diretas Já.

Com informações do blog Poder 360



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