Marta é confrontada também por Gleisi Hoffmann: ‘Não há acordo com presidente ilegítimo e que vai cair”

Depois de ouvir poucas e boas da senadora Kátia Abreu, Marta Suplicy foi cobrada por Gleisi Hoffmann, que considerou um absurdo a peemedebista, que tem um passado marcado pela defesa das mulheres e dos...

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Depois de ouvir poucas e boas da senadora Kátia Abreu, Marta Suplicy foi cobrada por Gleisi Hoffmann, que considerou um absurdo a peemedebista, que tem um passado marcado pela defesa das mulheres e dos trabalhadores, apoiar o projeto de reforma trabalhista. Assista

Por Redação

A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) passou parte de seu dia nesta terça-feira (20) sendo cobrada e confrontada. Ex-prefeita de São Paulo pelo PT e ex-ministra, a parlamentar ouviu poucas e boas da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) – conforme mostra este vídeo que bombou nas redes sociais – e também da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) na sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que rejeitou por 10 votos a 9 o relatório sobre a reforma trabalhista do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

Gleisi aproveitou sua fala para cobrar de Marta, que presidia a sessão e que apoia o projeto de reforma trabalhista, uma coerência com relação ao seu passado, marcado pela defesa das mulheres e dos trabalhadores.

“Não há acordo com presidente ilegítimo e que vai cair”, disse ao fim da fala em que criticou vários pontos do projeto que precarizarão as condições de trabalho principalmente das mulheres, bandeira tão defendida pela ex-petista Marta Suplicy.

Assista.

O que acontece agora

Com a derrota na CAS, o projeto agora será votado na Comissão de Constituição e Justiça, CCJ. Depois dessa batalha, o relatório deve ir para a votação em plenário, em que o governo terá de reunir votos de uma bancada que começa a se esfarelar. Sem contar os partidos óbvios da coligação que mantém Temer no poder, PMDB e PSDB, o partido do senador Otto Alencar (BA), o PSD, tem os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab.



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