Internauta faz as contas e diz que já foram gastos R$156 milhões para tentar provar que triplex é de Lula

Um internauta usou como base os salários das quase 300 pessoas envolvidas na investigação conduzida por Moro e que até hoje não apresentou sequer uma prova de que o famoso triplex no Guarujá era...

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Um internauta usou como base os salários das quase 300 pessoas envolvidas na investigação conduzida por Moro e que até hoje não apresentou sequer uma prova de que o famoso triplex no Guarujá era do ex-presidente. Nesta semana, defesa entregou alegações finais com documento comprovando titularidade da Caixa e desmontando a tese da Lava Jato 

Por Redação 

Em 3 anos, estima-se que a Justiça do Paraná, atuando pela operação Lava Jato, tenha gasto cerca e R$156 milhões para tentar provar que um triplex na cidade de Gurarujá, em São Paulo, pertence ao ex-presidente Lula. A conta é do internauta Eduardo Rodrigues Chaves. Confira seu raciocínio:

São quase 300 pessoas trabalhando para provar que o triplex é do Lula.
Os vencimentos de juiz e procurador está na faixa de 40 mil reais e um custo para a administração de 80 mil. São quase 20 procuradores e juízes auxiliares.
Custo: 1 milhão e 600 mil por mês.
300 funcionários a 15 mil reais. 4,5 milhões.
Total= DOIS TRIPLEX POR MÊS.
3 anos de investigação: 156 milhões para provar que o triplex de milhões é do Lula.

A investigação de supostos R$156 milhões (se não isso, ao menos uns bons milhões) aponta que o apartamento teria sido uma propina da construtora OAS dada ao petista em troca de contratos firmados em obras com a Petrobras.

Toda a apuração, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, não apresentou até hoje sequer uma evidência concreta sequer que prove que o apartamento é do ex-presidente e se pautou, até então, em boatos de vizinhança, documentos não assinados e delações premiadas de executivos e políticos presos.

A defesa de Lula, por sua vez, apresentou nesta semana as alegações finais do processo em que trás um documento que, segundo os advogados, prova de forma irrefutável que o imóvel não pertencia ao ex-presidente, já que se trata de uma comprovação que um fundo da Caixa Econômica Federal obteve, da OAS, 100% dos direitos do apartamento em 2010. Saiba mais aqui.

 



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