UGT e Força Sindical desmentem informação da ‘Época’ de que desistiram da greve geral

A revista do Grupo Globo, que a UGT classificou como “fake news”, publicou uma informação mentirosa de que as duas centrais sindicais tinham desistido da greve geral marcada para o dia 30 após apelo...

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A revista do Grupo Globo, que a UGT classificou como “fake news”, publicou uma informação mentirosa de que as duas centrais sindicais tinham desistido da greve geral marcada para o dia 30 após apelo do governo. Todas as centrais seguem apoiando a paralisação 

Por Redação 

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Força Sindical desmentiram, nesta quinta-feira (22), a matéria da revista Época que noticiava que ambas as centrais teriam desistido da greve geral do dia 30 de junho após apelos do Planalto.

“Os dirigentes das duas centrais sindicais acreditam que a greve se resumiria a um protesto “Fora, Temer” e deixaria de lado questões que consideram importantes, como a reforma trabalhista e a da Previdência”, diz, de forma mentirosa, a reportagem publicada poucas horas antes que viesse à tona a nota das centrais desmentindo a informação.

A UGT, por exemplo, classificou a Época como uma publicação de “fake news”.

Confira abaixo a íntegra da nota das duas centrais.

UGT

“A União Geral dos Trabalhadores (UGT) em momento algum desistiu da greve geral do dia 30 de junho. A notícia publicada no Fake News da Revista Época nesta quinta-feira (22) é inverídica. Unidos nós somos fortes. Por esse motivo é comum, nesse momento, tentar desorganizar o movimento conjunto das centrais contra as Reformas Trabalhista e Previdenciária”.

Força Sindical 

“A Força Sindical vem a público orientar suas entidades filiadas – sindicatos, federações e confederações – a realizarem, no próximo dia 30, sexta-feira, atos, manifestações e paralisações em suas bases”. Segundo a Força, “É muito importante que os trabalhadores de todas as entidades filiadas intensifiquem esta luta, cruzando os braços e realizando manifestações em repúdio aos textos apresentados sobre as reformas”.



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