Uol transforma em manchete perda de votos de Lula em redutos petistas fazendo apenas 10 entrevistas

Apesar de não ter nenhuma metodologia científica, o texto apresenta as opiniões com mapas e gráficos, como se fosse uma pesquisa tabulada.

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Apesar de não ter nenhuma metodologia científica, o texto apresenta as opiniões com mapas e gráficos, como se fosse uma pesquisa tabulada.

Da Redação*

Matéria do UOL, publicada nesta segunda-feira (24), com o título de “Apoio histórico a Lula e decepção com denúncias dividem redutos petistas em SP” mostra entrevistas com apenas pessoas em tradicionais “redutos petistas” que, supostamente, estariam divididos entre votar no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2018 ou não.

No texto, o repórter Venceslau Borlina Filho diz que “por dois dias na última semana, a reportagem do UOL esteve em Grajaú, extremo sul de São Paulo, e São Mateus, extremo leste, e ouviu, aleatoriamente, dez moradores sobre o voto no petista numa possível disputa à Presidência da República no próximo ano”.

Apesar de não ter nenhuma metodologia científica, o texto apresenta as opiniões com mapas e gráficos, como se fosse uma pesquisa tabulada.

Para dar maior veracidade à informação, o texto encerra com uma entrevista com Luiz Marinho, o ex-prefeito de São Bernardo e atual presidente do PT paulista. Marinho acredita em um processo de recuperação do partido a partir de 2018 e na reconquista de prefeituras em 2020. “A votação de 2016 foi um ponto fora da curva, favorecido pelo massacre da mídia e o impeachment da Dilma [ex-presidente Dilma Rousseff]”, disse ele.

O petista afirmou que o partido não trabalha com um “plano B” para as eleições presidenciais de 2018. “Nossa convicção é tamanha que não temos um ‘plano B’. Temos confiança de que a sentença contra o Lula será reformada nas instâncias superiores. É uma sentença frágil, um erro do juiz Sergio Moro”, afirmou Marinho.

Para ele, o PT deverá usar a receita já conhecida: reunir comunidades e lideranças, e discutir juntos as ações para um novo governo. “A reprovação do atual governo é gigantesca. É em cima disso que a gente vai buscar a nossa recuperação. Eles provaram mais uma vez que não sabem conduzir o país e propor ações que vão ao encontro do que as pessoas querem”, disse.

*Com informações do UOL

 



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