AGU vai defender preços iguais para homens e mulheres em casas noturnas

A AGU argumentará que a prática de diferenciar preços é abusiva e que a utilização da mulher como estratégia de marketing é ilegal e fere os princípios da dignidade humana e da isonomia.

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A AGU argumentará que a prática de diferenciar preços é abusiva e que a utilização da mulher como estratégia de marketing é ilegal e fere os princípios da dignidade humana e da isonomia.

Da Redação*

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo, a AGU (Advocacia Geral da União) vai defender a cobrança de preços iguais para homens e mulheres em casas noturnas e em qualquer outro setor de lazer e entretenimento. A determinação, da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), órgão do Ministério da Justiça, foi derrubada há duas semanas pela Justiça Federal em SP.

A AGU argumentará, na ação que corre em São Paulo, que a prática de diferenciar preços é abusiva e que a utilização da mulher como estratégia de marketing é ilegal e fere os princípios da dignidade humana e da isonomia.

A decisão da Senacon gerou polêmica e mobilizou até mesmo casas noturnas gays, que costumam cobrar preço diferenciado para selecionar a clientela. Elas argumentam que, com isso, evitam número grande de mulheres em baladas de homens homossexuais ou, em casas lésbicas, a presença de homens que vão aos lugares para observá-las.

*Com informações da coluna de Mônica Bérgamo

Foto: Divulgação

 



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