Transfobia: Presidenta de associação LGBT da Bahia é assassinada a tiros

A travesti, conhecida como Lili, era presidenta da Associação Grupo Gay de Cachoeira (BA) e uma das organizadoras da Parada do Orgulho LGBT da cidade. Polícia investiga motivação transfóbica do crime, já que a transexual...

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A travesti, conhecida como Lili, era presidenta da Associação Grupo Gay de Cachoeira (BA) e uma das organizadoras da Parada do Orgulho LGBT da cidade. Polícia investiga motivação transfóbica do crime, já que a transexual foi alvejada com três tiros e nada foi roubado 

Por Redação 

Um assassinato brutal chocou a população da pequena cidade de Cachoeira, no sul da Bahia, no início da semana. Uma das principais lideranças da militância LGBT da região, a mulher trans Alexandre Brito Pinto, mais conhecida como Lili, foi morta a tiros na noite de domingo (27).

Presidenta da Associação Grupo Gay de Cachoeira e uma das fundadoras da Parada do Orgulho LGBT da cidade, Lili foi alvejada com três disparos que partiram de um carro modelo Honda Civic que passava em alta velocidade. Como nada foi roubado, a hipótese de integrantes do movimento LGBT da cidade é de que houve uma execução sumária por motivação transfóbica. Os supeitos ainda não foram localizados.

O delegado Eduardo Coutinho, que investiga o caso, por sua vez, diz que o crime pode ter sido motivado por um suposto envolvimento da militante com o tráfico de drogas.

O Grupo Gay da Bahia emitiu uma nota afirmando que cobrará “as autoridades agilidade nas investigações sobre a morte de Lili”. “Esses crimes não podem ficar impunes”, escreveram.

 



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