Abusador de mulheres em ônibus é condenado a 2 anos de prisão por crime de 2013

Diego Novais recebe pena por atentar contra a dignidade sexual há quatro anos, também na região da Avenida Paulista. Ele já está preso por estupro ocorrido no sábado (2).

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Diego Novais recebe pena por atentar contra a dignidade sexual há quatro anos, também na região da Avenida Paulista. Ele já está preso por estupro ocorrido no sábado (2).

Da Redação*

O ajudante geral Diego Ferreira de Novais, de 27 anos, foi condenado a dois anos de prisão, em regime fechado, pela Justiça de São Paulo. A pena é referente a um crime contra a dignidade sexual cometido contra uma mulher, em 2013, na região da Avenida Paulista. A decisão foi do juiz Antonio de Oliveira Angrisani Filho, da 27ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda.

Diego já está detido desde o último sábado (2), mas por outro crime. Ele foi indiciado por estupro, depois de esfregar o pênis em uma empregada doméstica dentro de um ônibus. Ao todo, ele já cometeu 17 ataques sexuais contra mulheres. No domingo (3), um juiz determinou que ele ficasse preso preventivamente até seu eventual julgamento.

A condenação, no entanto, se refere a um ataque que ele teria cometido em 13 de setembro de 2013. Ele foi acusado de tocar as partes íntimas da vítima, uma estudante dentro de um coletivo. Diego foi denunciado em uma publicação no Facebook em dezembro de 2016. Uma mulher fez um relato de que ele estava se masturbando no ônibus e tirou fotos dele.

Na publicação, a jovem contou que estava no ônibus quando percebeu que um homem estava com a mão direita na calça, “e a outra segurava a mochila de uma forma que escondesse de quem passasse pelo corredor”.

Ela escreveu que demorou para aceitar que aquilo estava acontecendo. “A gente lê casos na internet, mas quando você está passando por essa situação sempre fica aquela dúvida”. “Sério, que bosta, nojo, levantei a voz, expus mesmo, fiz escândalo”. De acordo com ela, ninguém se manifestou e Diego “levantou na hora para fugir do ônibus”.

*Com informações do G1
Foto: Divulgação/Polícia Civil



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