Suplicy coleta assinaturas para viabilizar plebiscito sobre privatizações em SP

O vereador saiu às ruas para coletar assinaturas em prol de um plebiscito para que a população decida se aceita ou não o plano de privatizações encabeçado pelo prefeito João Doria. Para que a...

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O vereador saiu às ruas para coletar assinaturas em prol de um plebiscito para que a população decida se aceita ou não o plano de privatizações encabeçado pelo prefeito João Doria. Para que a consulta seja viabilizada, são necessárias 178 mil assinaturas. Saiba como assinar 

Por Redação 

O vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT) foi até a avenida Paulista, na manhã desta segunda-feira (11), para coletar assinaturas com o intuito de viabilizar um plebiscito sobre o o Plano Municipal de Desestatização da prefeitura de João Doria. O projeto enviado à Câmara Municipal dá plenos poderes à prefeitura para vender espaços e equipamentos públicos mas as privatizações em questão sequer apresentam contrapartidas e ainda não esclarecem à população quais serão os critérios.

Dois exemplos de privatizações que já estão em andamento é o Parque do Ibirapuera e o Autódromo de Interlagos.

Pelo Facebook, Suplicy convocou à população a se mobilizar por um plebiscito referente ao projeto.

“O Prefeito Doria pretende realizar diversas concessões e privatizações sem debate e consulta de maior profundidade ao povo de SP. Estamos empenhamos em colher 178 mil assinaturas, 2% dos eleitores, para viabilizar um plebiscito para que a população diga se quer ou não”, escreveu o vereador.

De acordo com a equipe do petista, outras ações de coleta de assinatura como a de hoje ocorrerão nas próximas semanas mas folhetos de coleta de assinatura estão à disposição da população no gabinete do vereador na Câmara.

Quem também vem convocando a população a se mobilizar por um plebiscito é a Rede Nossa São Paulo e a Minha Sampa. Em um site, as entidades disponibilizaram uma ferramenta para pressionar os vereadores sobre o tema.

“Para viabilizar o plano de privatizações, a prefeitura enviou à Câmara o chamado Plano Municipal de Desestatização (PMD). Os projetos de lei apresentados até aqui têm sido extremamente vagos, não preveem contrapartidas, prazos ou critérios para as privatizações. O PMD é tão problemático que mesmo vereadores da base do governo não querem sua aprovação nesses termos. Trata-se basicamente de um grande cheque em branco que dá plenos poderes para a prefeitura. Agora, o maior defeito do PMD é não prever uma verdadeira consulta à população para que ela diga diretamente se quer ou não que o patrimônio público seja vendido para empresas e instituições privadas”, escreveram.

Para saber mais sobre a mobilização, clique aqui.



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