Joana Maranhão, abusada com 9 anos, entra na polêmica do MAM

A nadadora se coloca no centro da discussão e dá uma lição nos moralistas de plantão. Veja aqui.

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A nadadora se coloca no centro da discussão e dá uma lição nos moralistas de plantão. Veja aqui.

Da Redação*

A nadadora Joana Maranhão acabou entrando na polêmica sobre a performance do artista nu no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM). Abusada por um treinador quando tinha 9 anos, ela postou em sua conta no twitter:

“Pedofilia é o cara meter a mão dentro do meu maiô quando eu tinha 9 anos e me mandar ficar rindo. É ele me levar pra casa dele quando esposa e filhos estavam fora, gozar em cima de mim e eu não entender o que era aquilo. Então calem a porra da boca, parem de ser falsos moralistas de internet e façam algo proveitoso pra combater isso”.

“Pedofilia é eu ficar confusa me sentindo culpada. Porque não era possível que aquele cara, que eu confiava como um pai, fosse fazer algo de ruim comigo. Ou seja, na minha cabeça a culpa era minha. Isso é pedofilia”, disse em outros posts na rede.

O primeiro contato com a natação foi aos três anos de idade, no Clube Português, em Recife, capital de Pernambuco. Joanna se desenvolveu no esporte e se destacou. Aos oito anos, o técnico foi contratado pelo clube e passou a treiná-la. Aos nove, ele começou a abusar sexualmente dela.

A exposição do artista Wagner Schwartz ocorreu somente na terça-feira, dia 26 de setembro, na estreia do 35º Panorama de arte Brasileira, e gerou polêmica nas redes sociais. Internautas criticaram o fato de crianças poderem entrar em contato com a exposição. De acordo com o MAM, o objetivo era abordar a arte no país e propor uma reflexão sobre a identidade brasileira.

*Com informações do Extra

Foto: Divulgação

 



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