Haddad apresenta dados que desmontam acusação de Doria de “herança do PT”

“Tem tribunal de contas que já aprovou as minhas contas e a declaração do superávit está no relatório final aprovado. Deixei R$ 5,5 bilhões em caixa”, disse o ex-prefeito em resposta ao tucano, que...

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“Tem tribunal de contas que já aprovou as minhas contas e a declaração do superávit está no relatório final aprovado. Deixei R$ 5,5 bilhões em caixa”, disse o ex-prefeito em resposta ao tucano, que justificou sua queda de popularida pela “herança” que Haddad teria o deixado

Por Redação

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), participou nesta terça-feira (10) de uma sessão de perguntas e respostas de usuários do Twitter, na sede da rede social, na própria capital paulista.

Entre inúmeros temas debatidos, o que mais chamou a atenção foi a resposta dada por Haddad quando ao suposto “rombo” deixado por ele nos cofres da prefeitura. Na semana passada, ao constatar sua popularidade cair nas pesquisas, o atual prefeito, João Doria (PSDB), disse que sua imagem está em baixa por conta da falta de dinheiro, graças à “herança” deixada por Haddad.

Ao ser questionado sobre esse suposto rombo, Haddad respondeu: “Em tribunal de contas que já aprovou as minhas contas e a declaração do superávit está no relatório final aprovado. Deixei R$ 5,5 bilhões em caixa. Desses R$ 5,5 bilhões, R$ 2,2 bilhões comprometidos e R$ 3,3 bilhões de superávit, sendo R$ 300 milhões livres para ele (Doria) fazer o que ele quisesse no dia 2 de janeiro de 2017”. Haddad ainda criticou a “falta de lealdade” de Doria ao dar esse tipo de informação falsa.

Infelizmente o Doria não tem sido muito leal comigo. O que também não é muita novidade porque ele não tem sido leal sequer com o Alckmin. Então acho que lealdade é uma coisa que ele deveria aprender”.

Confira, abaixo, a íntegra do momento em que Haddad rebate o tucano.

Na mesma sessão de perguntas, o petista ainda falou sobre 2018. Ele, atualmente, tem sido cotado como um possível “plano B” do PT caso Lula não possa concorrer no ano que vem. Questionado sobre seus planos eleitorais, Haddad disse que tirou o ano de 2017 para estudar, pois o “desafio de 2018 precisa de reflexão aprofundada” sobre o que está acontecendo no mundo e no Brasil.



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