CUFA recebe debate sobre violência nas escolas

Desde o início de 2017, durante apenas 11 dias, as escolas da rede municipal do Rio de Janeiro funcionaram normalmente. Foram mais de 160 mil estudantes afetados pela falta de aulas, principalmente em favelas.

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Desde o início de 2017, durante apenas 11 dias, as escolas da rede municipal do Rio de Janeiro funcionaram normalmente. Foram mais de 160 mil estudantes afetados pela falta de aulas, principalmente em favelas.

Da Redação

A Central Única das Favelas (CUFA) reafirma seu compromisso com o futuro da juventude, e abre as portas da sua sede, no Viaduto de Madureira, Rio de Janeiro, para a realização de um debate sobre a violência nas escolas. A atividade será promovida em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil no Estado (OAB-RJ) e o jornal Extra, e começará às 10 horas, nesta quinta-feira (9).

Para discutir o assunto, estarão presentes o presidente da OAB-RJ, Felipe Santa Cruz; um representante da Secretaria Municipal de Educação; Bruno Alfano, repórter do Extra; Nega Gizza (foto), representante da CUFA; Eufrásia Maria Souza, defensora pública; Isabela Queiroz, presidente da Associação Municipal dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro (Ames); Rose Cipriano, diretora do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe); Breno Melaragno, presidente da Comissão de Segurança da OAB; Silvana Dummont, presidente da comissão da Criança e do Adolescente da OAB, e João Paulo do Prado, presidente da comissão OAB vai à Escola.

“Nossa instituição sempre dialogou com a sociedade sobre assuntos que muitos não querem falar, esse é o momento de refletir e pensar em conjunto na melhor solução, para que os alunos possam se preocupar apenas em estudar”, disse Nega Gizza, representante da CUFA no debate.

Os constantes enfrentamentos em algumas áreas da cidade têm afetado diretamente o desempenho acadêmico das unidades escolares. Desde o início de 2017, durante apenas 11 dias, as escolas da rede municipal do Rio de Janeiro funcionaram normalmente. Foram mais de 160 mil estudantes afetados pela falta de aulas, principalmente em favelas. A ideia da atividade é encontrar soluções para que a educação no Rio não fique comprometida pela violência que aflige o estado. O evento é gratuito e mais informações: www.oabrj.org.br.

Foto: Divulgação



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