Manuela D’Ávila explica Tribunal Popular de Porto Alegre: “Juiz não é deus”

Após propor um julgamento paralelo ao do TRF-4 com juristas e militantes na véspera do julgamento de Lula, a deputada passou a ser alvo de ataques e mentiras como a que defenderia o fim...

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Após propor um julgamento paralelo ao do TRF-4 com juristas e militantes na véspera do julgamento de Lula, a deputada passou a ser alvo de ataques e mentiras como a que defenderia o fim do poder judiciário. “Eu grito ‘Fora, Temer’, mas isso não significa que defendo o fim do Executivo”. Assista

Por Redação

A deputada estadual e pré-candidata à presidência em 2018, Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), divulgou um vídeo em que explica a ideia do Tribunal Popular de Porto Alegre que propôs há algumas semanas e desmente as mentiras que estão sendo associadas a ela com relação à proposta.

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Apoiada pela presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), Manuela propôs a organização de um julgamento paralelo ao do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) na capital gaúcha na véspera da audiência oficial, marcada para 24 de janeiro. A ideia é questionar a atuação do poder judiciário e seu partidarismo ao tentar inviabilizar a candidatura de Lula em 2018 com um processo sem nenhuma prova concreta.

Grupos de direita, desde que lançada a ideia, começaram a divulgar vídeos informando que a deputada defende o fim do poder judiciário no Brasil.

“Eu sou deputada, todo mundo pode falar de mim ou de outro deputado”, exemplificou. “Isso não significa que estão questionando a existência do Poder Legislativo. Da mesma forma o Poder Executivo”, acrescentou, lembrando que defende o ‘Fora, Temer’, mas nem por isso defende o fim do Poder Executivo.

A prática de organizar tribunais populares e paralelos é comum entre ativistas do mundo inteiro quando querem questionar determinada decisão judicial.

Confira, abaixo, a íntegra do vídeo de Manuela.

Foto: Reprodução/Facebook



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