21 de dezembro de 2018, 10h59

Advogado de Adélio Bispo, que deu facada em Bolsonaro, é alvo de ação da Polícia Federal

Delegado Rodrigo Morais, que coordena as investigações da PF, disse que o objetivo é identificar quem estaria financiando a defesa de Adélio, que cometeu o atentado no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora.

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A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (21) em Belo Horizonte dois mandados de busca e apreensão no escritório e em uma empresa do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que fez a defesa de Adélio Bispo, autor da facada no então candidato a Presidência, Jair Bolsonaro (PSL). Segundo informações do G1, o delegado Rodrigo Morais, que coordena as investigações da PF, disse que o objetivo é identificar quem estaria financiando a defesa de Adélio, que cometeu o atentado no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora. Leia também: após dizer que Adélio agiu sozinho, delegado abre nova investigação Bispo...

A Polícia Federal cumpre nesta sexta-feira (21) em Belo Horizonte dois mandados de busca e apreensão no escritório e em uma empresa do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que fez a defesa de Adélio Bispo, autor da facada no então candidato a Presidência, Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo informações do G1, o delegado Rodrigo Morais, que coordena as investigações da PF, disse que o objetivo é identificar quem estaria financiando a defesa de Adélio, que cometeu o atentado no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora.

Leia também: após dizer que Adélio agiu sozinho, delegado abre nova investigação

Bispo foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político, crime previsto na Lei de Segurança Nacional. O primeiro inquérito da PF concluiu que o agressor agiu sozinho no momento do ataque e que a motivação “foi indubitavelmente política”.

Um segundo inquérito, em andamento, foi aberto para dar continuidade às apurações, visando comprovar “participação de terceiros ou grupos criminosos” no atentado ao político fora do local do crime.

O presidente eleito, seus filhos e apoiadores insistem na tese que a “morte” do capitão da reserva teria sido encomendada e acusam grupos de esquerda que fazem oposição ao presidente eleito.