25 de dezembro de 2017, 09h31

Advogado diz que Paulo Preto, operador tucano, não fará delação

Para Daniel Bialski, advogado de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, acusado de ser operador de esquemas de Alckmin e Serra, seu cliente será mais um a provar que as acusações são falsas

Para Daniel Bialski, advogado de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, acusado de ser operador de esquemas de Alckmin e Serra, seu cliente será mais um a provar que as acusações são falsas Da Redação* De acordo com o painel, da Folha, Daniel Bialski, advogado de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, rechaça especulações de que seu cliente pense em delação premiada. “Vários já provaram que as acusações eram falsas. Paulo será mais um. Ele não propôs e não tem motivo para fazer delação”, diz. Pessoas próximas ao empresário Adir Assad, apontado como o operador que ajudou a desviar recursos de...

Para Daniel Bialski, advogado de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, acusado de ser operador de esquemas de Alckmin e Serra, seu cliente será mais um a provar que as acusações são falsas

Da Redação*

De acordo com o painel, da Folha, Daniel Bialski, advogado de Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, rechaça especulações de que seu cliente pense em delação premiada. “Vários já provaram que as acusações eram falsas. Paulo será mais um. Ele não propôs e não tem motivo para fazer delação”, diz.

Pessoas próximas ao empresário Adir Assad, apontado como o operador que ajudou a desviar recursos de obras paulistas para o caixa dois das empreiteiras e para Paulo Preto, não acreditam que a ressurreição do escândalo do cartel em São Paulo possa dar novo fôlego à sua tentativa de fechar delação.

Preso em outubro de 2016, Assad decidiu colaborar com a Lava Jato no início de 2017, mas sentiu que o interesse dos procuradores esfriou, especialmente depois das revelações feitas pela Odebrecht.

Paulo Preto é acusado de receber mais de R$ 100 milhões em propinas de Assad.

Preto atuou nas obras do Rodoanel nas gestões de Geraldo Alckmin e Serra, e também foi citado por empreiteiros como coletor de propinas. De acordo com o lobista, o ex-diretor da Dersa centralizava os repasses das empreiteiras responsáveis por obras na estatal do governo paulista.

*Com informações do Painel, da Folha