23 de fevereiro de 2019, 12h39

Alexandre Garcia se comporta no Twitter como porta-voz informal do governo

Garcia complementou tuite de Ernesto Araújo explicando o termo “presidente encarregado”, usado para se referir ao golpista venezuelano Juan Guaidó

(Foto: Reprodução TV)
O jornalista Alexandre Garcia, recém-saído da Rede Globo, e que também foi porta-voz do governo do ditador João Baptista Figueiredo, na década de 70, não nega origem. Neste sábado (23), através da sua conta do Twitter, o jornalista agiu mais uma vez como porta-voz, desta vez do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo. Garcia complementou tuite de Araújo explicando o termo “presidente encarregado”, usado para se referir ao golpista venezuelano Juan Guaidó, que se auto proclamou presidente. Na linguagem brasileira, “presidente encarregado” equivale a presidente interino. Na vacância de presidente e vice, por término de mandato, assume o presidente, no...

O jornalista Alexandre Garcia, recém-saído da Rede Globo, e que também foi porta-voz do governo do ditador João Baptista Figueiredo, na década de 70, não nega origem.

Neste sábado (23), através da sua conta do Twitter, o jornalista agiu mais uma vez como porta-voz, desta vez do ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo.

Garcia complementou tuite de Araújo explicando o termo “presidente encarregado”, usado para se referir ao golpista venezuelano Juan Guaidó, que se auto proclamou presidente.

“Na linguagem brasileira, “presidente encarregado” equivale a presidente interino. Na vacância de presidente e vice, por término de mandato, assume o presidente, no caso, da Assembleia Nacional.”

Sob o governo de Jair Bolsonaro, o Brasil vem se alinhando aos interesses da política externa norte-americana em uma ação militar contra a Venezuela tem sido defendida por setores do governo e por Carlos Bolsonaro, filho do presidente. Ação militar, por enquanto, é rechaçada até mesmo pelos militares da cúpula governista.