18 de setembro de 2018, 18h54

Anitta é cobrada por LGBTIs a se posicionar contra Bolsonaro

Internautas criaram a campanha #AnittaDigaNaoAoFascismo para pressionar a cantora, uma das principais atrações da última Parada LGBT em São Paulo, a seguir os passos de outras artistas e se posicionar contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL), já que ela seria uma das beneficiadas diretas do chamado "pink money"

Anitta na última edição da Parada LGBT em São Paulo. (Foto: Divulgação/Felipe Panfili)

Desde a última semana que internautas, principalmente os ligados à causa LGBTI, têm encampado uma campanha nas redes sociais para pressionar a cantora Anitta a se posicionar contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL).

O militar da reserva vem sendo alvo de uma intensa mobilização virtual por conta de suas posições consideradas machistas, misóginas, homofóbicas e racistas. Um grupo de mulheres contra o candidato no Facebook ganhou notoriedade e a tag #EleNão, em referência à Bolsonaro, viralizou nas redes sociais. Artistas como as atrizes Bruna Marquezine e Deborah Secco e cantoras como Daniela Mercury, Pablo Vittar e Ludmilla foram algumas das dezenas que já deram declarações contra o deputado federal e, agora, a comunidade LGBTI quer que Anitta se manifeste também.

Para os internautas que estão utilizando a tag #AnittaDigaNaoAoFascismo, a cantora é uma beneficiada direta do chamado “pink money”, que seria o dinheiro angariado graças à comunidade LGBTI. Ela foi uma das principais atrações da última Parada LGBT de São Paulo, considerada uma das maiores do mundo.

“E dona Anitta, cadê seu posicionamento com relação a esse fascismo ? Você usufrui de todo um pink money, acho que já tá na hora de se posicionar a favor da comunidade LGBTQ, honey! Não dá pra se manter calada eternamente”, escreveu um usuário do Twitter.

Até a publicação desta nota a cantora não havia se posicionado sobre o assunto.

Confira, abaixo, parte da repercussão.