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26 de julho de 2018, 13h34

Apesar das críticas nas redes sociais, Bolsonaros votaram a favor de contratação de presos

Hipocrisia é o lema dos Bolsonaro: apesar de criticaram a contratação de presidiários nas redes sociais, Jair e Eduardo Bolsonaro apoiaram a medida, editada pelo governo Temer

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Jogando para a torcida: nesta quarta-feira (25), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) criticou nas redes sociais o decreto assinado pela presidente em exercício, Cármen Lúcia, regulamentando a contratação de detentos por empresas. Segundo o decreto, a Administração Pública pode exigir, em editais de licitação, a contratação de um número mínimo de detentos ou ex-detentos. No entanto, no Plenário, a postura dos dois deputados do PSL foi bem diferente. Tanto Jair quanto Eduardo Bolsonaro (ambos do PSL-RJ) votaram a favor da Lei 13.500, de 2017, que regulamentou a lei de licitações. Segundo levantamento feito pelo jornal o Estado de São Paulo, o...

Jogando para a torcida: nesta quarta-feira (25), o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) criticou nas redes sociais o decreto assinado pela presidente em exercício, Cármen Lúcia, regulamentando a contratação de detentos por empresas. Segundo o decreto, a Administração Pública pode exigir, em editais de licitação, a contratação de um número mínimo de detentos ou ex-detentos.

No entanto, no Plenário, a postura dos dois deputados do PSL foi bem diferente. Tanto Jair quanto Eduardo Bolsonaro (ambos do PSL-RJ) votaram a favor da Lei 13.500, de 2017, que regulamentou a lei de licitações.

Segundo levantamento feito pelo jornal o Estado de São Paulo, o PSL, apesar de adotar fortemente o discurso anticorrupção, é a legenda mais fiel ao governo Temer – apoiou o governo em 66% das votações no Plenário da Câmara.

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