30 de junho de 2018, 09h58

Após 2 anos: Major do Exército admite que se infiltrou em manifestação ‘Fora, Temer’

Após quase dois anos, o major Willian Pina Botelho, que se identificava como "Balta Nunes", admitiu por primeira vez que esteve infiltrado em um grupo de manifestantes que foi detido em um ato contra Temer em São Paulo

Foto: Reprodução

Por Jornal GGN

O caso do infiltrado do Exército, Balta Nunes, em manifestações de rua contra o governo de Michel Temer, ganha mais um capítulo. Após quase dois anos, o major Willian Pina Botelho, seu nome verdadeiro, admitiu por primeira vez que esteve infiltrado junto com manifestantes, que depois foram detidos.

Ele prestou depoimento por vídeoconferência nesta sexta-feira (29), ao Fórum da Barra Funda, em São Paulo. O militar usava o aplicativo de relacionamentos Tindes para buscar “meninas de esquerda” e se relacionar, antes de se infiltrar nas manifestações e ocasionar a prisão ilegal de 18 jovens e três adolescentes, no dia 4 de setembro de 2016, durante o protesto na avenida Paulista contra o governo Temer.

Continue lendo no Jornal GGN