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18 de novembro de 2016, 17h47

Aprendeu: Mulher que confundiu bandeira se explica e diz que Japão não é comunista

A “patriota” – como ela mesma se denomina – que invadiu a Câmara dos Deputados pedindo intervenção militar gravou um novo vídeo em que explica sua confusão: “Fomos tomados pelo sentimento de que havia ali uma desconstrução da bandeira do Brasil” Por Redação Ainda repercute nas redes sociais, com milhares de memes e gozações, o vídeo da mulher que afirmou que a bandeira do Brasil estava sendo associada a um símbolo comunista ao se deparar com um painel, com as bandeiras do Brasil e do Japão, que homenageia a cultura nipônica no país. “Essa será a nova bandeira do Brasil?”,...

A “patriota” – como ela mesma se denomina – que invadiu a Câmara dos Deputados pedindo intervenção militar gravou um novo vídeo em que explica sua confusão: “Fomos tomados pelo sentimento de que havia ali uma desconstrução da bandeira do Brasil”

Por Redação

Ainda repercute nas redes sociais, com milhares de memes e gozações, o vídeo da mulher que afirmou que a bandeira do Brasil estava sendo associada a um símbolo comunista ao se deparar com um painel, com as bandeiras do Brasil e do Japão, que homenageia a cultura nipônica no país.

“Essa será a nova bandeira do Brasil?”, diz, indignada, a mulher que com outras nove pessoas invadiu o plenário da Câmara dos Deputados pedindo intervenção militar.

Nesta sexta-feira (18), a “patriota” – como ela mesma se denomina -, gravou um novo vídeo em que comemora a invasão ao Congresso e dá explicações sobre a confusão que fez dias antes.

“Fomos tomados por um sentimento de que havia ali uma desconstrução da bandeira do Brasil”, diz.

No final do vídeo, no entanto, mostra que aprendeu com toda a repercussão.

“O Japão não é comunista”.

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