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20 de setembro de 2018, 16h42

Apuração da PF conclui que agressor de Bolsonaro agiu sozinho

Depois de encerrado o primeiro inquérito, a polícia deverá abrir uma nova investigação para aprofundar ainda mais a apuração do caso, como medida de cautela contra eventuais críticas

Foto: Reprodução/Vídeo A Polícia Federal (PF), após duas semanas de apurações, não achou nenhum indício de que Adelio Bispo de Oliveira, homem que esfaqueou Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência, em Juiz de Fora, Minas Gerais, tenha agido a mando de outra pessoa, de acordo com informações de Jailton de Carvalho, em O Globo. Não existe indicativo, também, de que o criminoso tenha sido ajudado. Depois de concluído o primeiro inquérito, a polícia deverá abrir uma nova investigação para aprofundar ainda mais a apuração do caso, pois o objetivo é eliminar todas as hipóteses para não deixar margem de dúvidas...

Foto: Reprodução/Vídeo

A Polícia Federal (PF), após duas semanas de apurações, não achou nenhum indício de que Adelio Bispo de Oliveira, homem que esfaqueou Jair Bolsonaro (PSL), candidato à presidência, em Juiz de Fora, Minas Gerais, tenha agido a mando de outra pessoa, de acordo com informações de Jailton de Carvalho, em O Globo. Não existe indicativo, também, de que o criminoso tenha sido ajudado.

Depois de concluído o primeiro inquérito, a polícia deverá abrir uma nova investigação para aprofundar ainda mais a apuração do caso, pois o objetivo é eliminar todas as hipóteses para não deixar margem de dúvidas sobre as circunstâncias e as responsabilidades pelo ataque a Bolsonaro. Este segundo inquérito será mais uma medida de cautela contra eventuais críticas do que uma necessidade.

O resultado das investigações vai ao encontro da versão apresentada desde o primeiro depoimento por Adelio. Ele agiu por conta própria motivado por divergências políticas com Bolsonaro. Depois, em outro depoimento, ele repetiu que esfaqueou o candidato por causa de “divergências ideológicas” entre ambos.

A Polícia Federal pesquisou computadores, dados armazenados em celulares, contatos telefônicas, redes sociais, contas bancárias e relações pessoais, entre outros aspectos da vida de Adelio.

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