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30 de julho de 2017, 21h18

Arthur, o bebê alvejado dentro da barriga da mãe, morre no Rio de Janeiro

Arthur é mais uma das vítimas da violência urbana no Rio de Janeiro. Sua morte, porém, acaba mostrando que sequer a barriga de uma mãe é um lugar seguro na cidade

Exatamente após um mês de ter levado um tiro ainda na barriga da sua mãe, o menino Arthur faleceu. O fato aconteceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, o bebê morreu às 14h05. O quadro clínico dele piorou em decorrência de uma hemorragia digestiva durante a madrugada de hoje.Dois dias após Arthur ter sido baleado, um laudo médico concluiu que ele estava paraplégico. Depois, no entanto, a equipe médica responsável pelo caso disse que o quadro poderia ser revertido. Confiira a nota de Secretaria estadual de Saúde na íntegra “A direção do Hospital Estadual Adão...

Exatamente após um mês de ter levado um tiro ainda na barriga da sua mãe, o menino Arthur faleceu. O fato aconteceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, o bebê morreu às 14h05. O quadro clínico dele piorou em decorrência de uma hemorragia digestiva durante a madrugada de hoje.Dois dias após Arthur ter sido baleado, um laudo médico concluiu que ele estava paraplégico. Depois, no entanto, a equipe médica responsável pelo caso disse que o quadro poderia ser revertido.

Confiira a nota de Secretaria estadual de Saúde na íntegra

“A direção do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes informa que o paciente Arthur Cosme de Melo foi a óbito às 14h05 deste domingo, 30/7, após apresentar piora de seu quadro clínico em decorrência de uma hemorragia digestiva intensa, por volta das 5h30 da manhã. A família do paciente foi informada e esteve na unidade ainda pela manhã, recebeu todas as informações sobre o estado de saúde do paciente, que esteve gravíssimo nas últimas horas. Todos os procedimentos para reverter o quadro foram adotados, porém não houve resposta clinica do paciente. A família foi imediatamente informada e esteve novamente reunida com a chefia da UTI Neonatal e equipe médica. O corpo do paciente será encaminhado ao Instituto Médico Legal, procedimento que é padrão em casos de violência (vítima de perfuração por arma de fogo, como é o caso).

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Assim como a direção e toda a equipe médica do hospital, a Secretaria de Estado de Saúde lamenta a perda da família, presta solidariedade neste momento de grande dor e segue à disposição dos pais e familiares.”

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