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18 de março de 2017, 15h25

Assembleia de Deus quer criar novo partido pró-família tradicional

Maior igreja evangélica do Brasil articula para obter o registro da 36ª legenda do país, com o PRC (Partido Republicano Cristão), até o fim do ano

Maior igreja evangélica do Brasil articula para obter o registro da 36ª legenda do país, com o PRC (Partido Republicano Cristão), até o fim do ano Da Redação A Assembleia de Deus, a maior igreja evangélica do Brasil – com 30% dos 42 milhões de fiéis, segundo o Censo 2010 –, articula a criação de um novo partido. Será o 36º no país. De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o registro deve ser obtido em breve. Isso porque já foram arrecadadas 300 mil assinaturas em apoio à fundação da legenda. Para obter registro partidário do Tribunal Superior...

Maior igreja evangélica do Brasil articula para obter o registro da 36ª legenda do país, com o PRC (Partido Republicano Cristão), até o fim do ano

Da Redação

A Assembleia de Deus, a maior igreja evangélica do Brasil – com 30% dos 42 milhões de fiéis, segundo o Censo 2010 –, articula a criação de um novo partido. Será o 36º no país.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o registro deve ser obtido em breve. Isso porque já foram arrecadadas 300 mil assinaturas em apoio à fundação da legenda.

Para obter registro partidário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são necessárias 486 mil, equivalentes a 0,5% dos votos válidos na última eleição para a Câmara.

O presidente do futuro PRC será o deputado Ronaldo Fonseca (Pros/DF), que coordena a bancada de 24 deputados ligados à Assembleia de Deus.

Fonseca estima que o partido terá, de início, uma bancada de pelo menos 20 deputados. Em março de 2018 eles poderiam aproveitar de uma janela da Justiça que autoriza a troca de partidos sem sanções eleitorais.

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O PRC deve protocolar o pedido de criação do partido no TSE até o fim do ano, visando concorrer nas próximas eleições. Fonseca explica seu desejo que o número da sigla seja 80. “Ou oito ou 80, né?”

O principal enfoque da nova sigla será a família. “Aquela chamada tradicional, com o princípio básico bíblico da família hétero”, disse à Folha de S. Paulo o coordenador político da convenção das ADs, pastor Lélis Marinhos.

(Foto: David Ribeiro/Agência Câmara)

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