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21 de março de 2019, 21h47

Assessor de Guaidó preso na Venezuela tem vínculos com terrorismo, afirmam autoridades

Segundo nota do governo de Maduro, na busca por Roberto Marrero foram encontradas em sua residência armas de guerra e uma quantia em dinheiro estrangeiro

Foto: Divulgação
O presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quinta-feira (21) que um grupo terrorista que foi desmantelado pelas autoridades locais planejava atacar quartéis, hospitais e serviços públicos, como estações de metrô de Caracas. Maduro declarou que “estamos em pleno processo para desmembrar e entregar à justiça todo o grupo terrorista”, disse. O Ministério Público da Venezuela, em conjunto com o Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, prendeu Roberto Eugenio Marrero Rojas, que se diz “chefe de gabinete” do “autoproclamado presidente” Juan Guaidó, Marrero “está sendo investigado por sua vinculação com crimes que implicam na violação da ordem constitucional e promoção de terrorismo...

O presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quinta-feira (21) que um grupo terrorista que foi desmantelado pelas autoridades locais planejava atacar quartéis, hospitais e serviços públicos, como estações de metrô de Caracas.

Maduro declarou que “estamos em pleno processo para desmembrar e entregar à justiça todo o grupo terrorista”, disse.

O Ministério Público da Venezuela, em conjunto com o Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional, prendeu Roberto Eugenio Marrero Rojas, que se diz “chefe de gabinete” do “autoproclamado presidente” Juan Guaidó,

Marrero “está sendo investigado por sua vinculação com crimes que implicam na violação da ordem constitucional e promoção de terrorismo e violência”, disse um comunicado das autoridades.

Na busca por Marrero foram encontradas em sua residência armas de guerra e uma quantia em dinheiro estrangeiro.

Ameaças

Os Estados Unidos voltaram a ameaçar Maduro, depois da prisão do “chefe de gabinete” de Juan Guaidó. John Bolton, conselheiro de Segurança Nacional de Donald Trump, disse que isso “não ficará sem resposta”.

Bolton declarou, ainda, que Maduro “cometeu outro grande erro”. “Ele deve ser libertado imediatamente e sua segurança garantida”, escreveu, em sua conta oficial do Twitter. Mais tarde, voltou a tocar no assunto para ameaçar com “sanções mais duras”.

Não foi somente Bolton que ameaçou Maduro. O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, já havia condenado a prisão de Marrero. Também via Twitter, disse que “vamos responsabilizar os envolvidos”.

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