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11 de dezembro de 2018, 18h18

Atirador de Campinas não tinha antecedentes criminais

Autoridades identificaram o homem que abriu fogo e matou 4 pessoas na Catedral Metropolitana de Campinas como Euler Fernando Gandolfo; ele tinha 49 anos e se suicidou no local após ser alvejado polícia

Atirador se suicidou depois de matar 4 pessoas em igreja de Campinas (Reprodução/GloboNews)
A Polícia Civil informou, em coletiva de imprensa concedida no final da tarde desta terça-feira (11), que identificou o homem que abriu fogo mais cedo na Catedral Metropolitana de Campinas e matou 4 pessoas antes de se suicidar: ele se chamava Euler Fernando Gandolfo e tinha 49 anos. De acordo com informações oficiais da polícia, o homem vivia em Valinhos, próximo a Campinas, e não tinha antecedentes criminais. Ele era analista de sistemas e, ainda segundo as investigações, teria um conhecimento apurado no manuseamento de armas. No momento do ataque, ele portava duas armas e ao menos 4 carregadores, sendo...

A Polícia Civil informou, em coletiva de imprensa concedida no final da tarde desta terça-feira (11), que identificou o homem que abriu fogo mais cedo na Catedral Metropolitana de Campinas e matou 4 pessoas antes de se suicidar: ele se chamava Euler Fernando Gandolfo e tinha 49 anos.

De acordo com informações oficiais da polícia, o homem vivia em Valinhos, próximo a Campinas, e não tinha antecedentes criminais. Ele era analista de sistemas e, ainda segundo as investigações, teria um conhecimento apurado no manuseamento de armas. No momento do ataque, ele portava duas armas e ao menos 4 carregadores, sendo que dois foram utilizados com os 20 disparos que efetuou.

O ataque aconteceu logo após o término de uma missa, quando a maioria dos fiéis já havia deixado a igreja. O atirador estava na parte interna quando sacou a arma. Policiais militares que faziam uma ronda próximo ao local ouviram os disparos e interviram, alvejando Euler com um tiro antes que ele se suicidasse com a própria arma.

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Além das 4 vítimas fatais, outras 4 pessoas ficaram feridas e foram hospitalizadas. Três delas, de acordo com informações das autoridades locais, apresentam estado de saúde estável e não correm risco de morrer. Uma das vítimas deve passar por cirurgia.

A Polícia Civil trabalha agora para investigar as motivações do ataque.

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